Grupo de Oração com Eliana Ribeiro
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Eliana Ribeiro - Dom de Fé e Milagres
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
"Paz e Alegria"
Bem sei, Deus meu, que só tu satisfazes as ânsias de meu coração,por isso meu desejo é agradar-te. Meu afã e minha alegria estão em conformar minha vontade com a tua. Que maior dignidade posso ansiar que identificar-me inteiramente com o que te agrada? Renuncio a tudo contanto que me aceites consagrado a teu amor. Essa será minha paz e minha alegria". (Santo Afonso)
Corrigir amando!
Correção que dá frutos é aquela que resulta de uma amor responsável.
É quando eu compreendo que quem recebe a correção,
mais do que dela, precisa também de mim.
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mensagem do dia
"O mais difícil é descobrir a misericórdia, o amor."
Santa Terezinha diz: "Jamais senti tão bem quanto o Senhor é doce e misericordioso; Ele me enviou essa provação somente no momento em que tive a força para suportá-la..." Eu quero fazer minhas estas palavras de Santa Terezinha, devido as provações que tenho passado. Mas, apesar da provação, sinto-me amado por Deus.
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mensagem do dia
Para que servem as palavras?
Certa vez, encontrei-me com alguém a quem amo muito e havia muito tempo que não o via. Suas palavras, sábias e certeiras, fizeram-me ver a vida, naquele momento, sob um ângulo tão novo, que fui capaz de ceder às verdades profundas que me perturbavam o coração e minhas decisões.
Fiquei impressionado! Aquelas palavras acertaram-me em cheio! Entendi que a palavra, que está também em nós, é viva e, que se formos dóceis, poderemos – se as usarmos com sabedoria – dar vida às pessoas, como aconteceu comigo!
Atenção: cada palavra tem um valor! Nunca as diga por dizer!
Fiquei impressionado! Aquelas palavras acertaram-me em cheio! Entendi que a palavra, que está também em nós, é viva e, que se formos dóceis, poderemos – se as usarmos com sabedoria – dar vida às pessoas, como aconteceu comigo!
Atenção: cada palavra tem um valor! Nunca as diga por dizer!
Ricardo Sá - Canção Nova
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mensagem do dia
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Eliana Ribeiro - Força e Vitoria
Eliana Ribeiro, membro da comunidade Canção Nova, reza e canta a música "Força e Vitória".
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Como faço para abrir o coração?
Um coração não se torna aberto de um dia para o outro! Mas, se você deseja ter um coração assim, disponha-se para um exercício interior composto de uma única ação poderosíssima: Comece a dizer "sim" àquilo que você costumeiramente diria "não"; valerá a pena contrariar-se um pouco!
Lentamente, mas bem forte, você vai perceber a diferença, desfrutará de novas graças e talvez até faça novos amigos!
Comece já a fazer isso e depois me conte os benefícios!
Lentamente, mas bem forte, você vai perceber a diferença, desfrutará de novas graças e talvez até faça novos amigos!
Comece já a fazer isso e depois me conte os benefícios!
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mensagem do dia
Qual é a origem da Quaresma? (3)
A
Igreja sempre manteve a tradição de jejuar e fazer abstinência durante a
Quaresma, mas as normas se modificaram ao longo dos séculos.
Segundo a pesquisa do Pe.
Flader, as regras do jejum se tornaram muito estritas no século V: “Só se
permitia uma refeição, no final da tarde. A carne não era permitida, nem sequer
aos domingos. A carne e o peixe – e, em muitos lugares, os ovos e produtos
lácteos – eram absolutamente proibidos”.
O sacerdote recorda que, nas
igrejas orientais, ainda são seguidas regras similares: “Não podem comer
vertebrados ou produtos derivados de vertebrados, isto é, nem carne, nem peixe,
nem ovos, nem queijo, nem leite”.
No Ocidente, no entanto, as
normas mudaram. No começo, era permitido um pequeno lanche, depois o peixe foi
aceito e, finalmente, aceitou-se também a abstinência de carne apenas na
Quarta-Feira de Cinzas e às sextas-feiras. Além disso, os produtos lácteos
também foram permitidos.
Atualmente, os católicos jejuam
na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa, abstêm-se de carne nestes
dias e em todas as sextas-feiras da Quaresma. O jejum, como definem os bispos
dos Estados Unidos, consiste em ter uma refeição completa e dois lanches.
Fonte: Aleteia
Qual é a origem da Quaresma (2)
A observância de um período de oração, jejum e esmola como
preparação para a Páscoa remonta à época dos Apóstolos, ainda que, durante os
primeiros séculos, se limitasse somente a poucos dias.
O Pe.
Flader observa que São Leão Magno (440-461) dizia sobre a Quaresma que “foi
instituída pelos Apóstolos” e que a Tradição sustenta que “sempre foi vivida
com uma maior atenção à vida de oração, jejum e esmola”.
“Nos
primeiros três séculos, o tempo de jejum se limitava a alguns dias, uma semana
quando muito”, afirma o sacerdote. “A primeira menção aos 40 dias foi no
concílio ecumênico de Niceia (325), mas no final do século IV o costume havia
se estendido amplamente, tanto no Oriente como no Ocidente.”
Com relação
à determinação da duração da Quaresma – 40 dias –, o sacerdote explica que se
refere aos “40 dias de jejum e oração que Cristo passou antes do começo da sua
vida pública”.
As igrejas
do Oriente e do Ocidente contavam os dias da Quaresma de maneira diferente,
pois no Oriente os fiéis eram eximidos de jejuar os sábados e domingos. Além
disso, a Quaresma durava um total de 7 semanas.
O Ocidente,
por outro lado, só os domingos eram isentos e a Quaresma durava 6 semanas. No
entanto, dessa forma, os dias de jejum somavam apenas 36, não 40. “Foi no
século VII – explica o Pe. Flader – que a Quaresma começou a ter seu início 4
dias antes, com a Quarta-Feira de Cinzas, de maneira que havia 40 dias de
jejum, como na atualidade.”
“Os
domingos não estão incluídos nos 40 dias”, esclarece.
Fonte: Ateleia
O que significa a palavra “Quaresma”?
A palava “Quaresma” vem do latim “Quadragesima”, em
referência ao “quadragésimo dia” antes da Páscoa. Nos idiomas de origem
germânica, são utilizados derivados do termo “Lencten” (primavera).
Nos idiomas provenientes do
Latim, o termo para designar este tempo de preparação para a Páscoa é
“quadragesima”. Por exemplo, em espanhol é “Cuaresma”, em português,
“Quaresma”, em francês, “Carême”, e em italiano, “Quaresima”.
Nos idiomas de origem
germânica, incluído o inglês (“Lent”), o nome dado à Quaresma vem de “Lencten”,
que significa “primavera”.
O sacerdote australiano do Opus
Dei John Flader, em seu livro "Question Time: 140 questions and answers
on the catholic faith" (“Hora das perguntas: 140 perguntas sobre a fé
católica”), escreve que o termo “Quaresma” se refere à estação em que o
Hemisfério Norte se prepara para a Páscoa e que acontece na primavera.
Ainda que isso não ocorra no
Hemisfério Sul, onde esse sacerdote australiano mora, ele observa que “este
continua sendo um termo apropriado, pois, se a Quaresma for bem vivida, ela
representa uma verdadeira primavera, um novo crescimento na vida espiritual”.
“Santo Agostinho – acrescenta –
escreveu que o tempo da Quaresma simboliza esta vida presente na terra, com
suas adversidades e tribulações, e que o tempo da Páscoa simboliza a alegria da
vida futura.”
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Pai Nosso
Pai Nosso,
que estais no Céu,
durante esta época
de arrependimento,
tende Misericórdia de nós.
Com nossa oração,
nosso jejum
e nossas boas obras,
transformai
o nosso egoísmo
em generosidade.
Abri nossos corações
à Vossa Palavra,
curai as nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o Bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em Vida e Alegria.
Concedei-nos estas coisas
por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amem.
que estais no Céu,
durante esta época
de arrependimento,
tende Misericórdia de nós.
Com nossa oração,
nosso jejum
e nossas boas obras,
transformai
o nosso egoísmo
em generosidade.
Abri nossos corações
à Vossa Palavra,
curai as nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o Bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em Vida e Alegria.
Concedei-nos estas coisas
por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amem.
Frase do dia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Mateus 6,1
“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus” (Mt 6,1).
Dinâmica - Em cada lugar uma idéia
Objetivo: Avaliar e fortalecer os laços afetivos dentro do grupo.
Material necessário: Papel ofício, hidrocor, tesouras, cola, papel metro e pilot.
Descrição da dinâmica:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Dar a cada participante quatro folhas de papel ofício.
3. Solicitar que numa das folhas façam o contorno de uma das mãos e noutra, o de um dos pés. Desenhar nas demais folhas um coração e uma cabeça, respectivamente.
4. Escrever no pé desenhado o que o grupo proporcionou para o seu caminhar. Escrever dentro da mão desenhada o que possui para oferecer ao grupo. No coração, colocar o sentimento em relação ao grupo. Na cabeça, as idéias que surgiram na convivência com o grupo.
5. Fomar quatro subgrupos. Cada subgrupo recolhe uma parte do corpo (pés/mãos/coração/cabeça), discute as idéias expostas, levantando os pontos comuns.
6. Fazer um painel por subgrupo, utilizando todos os desenhos da parte do corpo que lhe coube, evidenciando os pontos levantados anteriormente, de modo a representar:
* com os pés, a caminhada do grupo;
* com as mãos, o que o grupo oferece;
* com os corações, os sentimentos existentes no grupo;
* com as cabeças, as idéias surgidas a partir da convivência grupal.
7. Cada subgrupo apresenta seu painel.
8. Plenário - dizer para o grupo o que mais lhe chamou a atenção de tudo o que viu e ouviu.
Fonte: Projeto Crescer e Ser, publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, ED. FTD, 1999.
Material necessário: Papel ofício, hidrocor, tesouras, cola, papel metro e pilot.
Descrição da dinâmica:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Dar a cada participante quatro folhas de papel ofício.
3. Solicitar que numa das folhas façam o contorno de uma das mãos e noutra, o de um dos pés. Desenhar nas demais folhas um coração e uma cabeça, respectivamente.
4. Escrever no pé desenhado o que o grupo proporcionou para o seu caminhar. Escrever dentro da mão desenhada o que possui para oferecer ao grupo. No coração, colocar o sentimento em relação ao grupo. Na cabeça, as idéias que surgiram na convivência com o grupo.
5. Fomar quatro subgrupos. Cada subgrupo recolhe uma parte do corpo (pés/mãos/coração/cabeça), discute as idéias expostas, levantando os pontos comuns.
6. Fazer um painel por subgrupo, utilizando todos os desenhos da parte do corpo que lhe coube, evidenciando os pontos levantados anteriormente, de modo a representar:
* com os pés, a caminhada do grupo;
* com as mãos, o que o grupo oferece;
* com os corações, os sentimentos existentes no grupo;
* com as cabeças, as idéias surgidas a partir da convivência grupal.
7. Cada subgrupo apresenta seu painel.
8. Plenário - dizer para o grupo o que mais lhe chamou a atenção de tudo o que viu e ouviu.
Fonte: Projeto Crescer e Ser, publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, ED. FTD, 1999.
Mensagem de sua Santidade Papa Bento XVI para a quaresma 2012
Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.
Mensagem de sua Santidade Papa Bento XVI para a quaresma 2012
Igrejas cheias
Igrejas
cheias são bonitas, mas
Se não tiver respostas na mudança do mundo, são só igrejas cheias
Se não tiver respostas na mudança do mundo, são só igrejas cheias
Se
as igrejas cheias não forrem resultado das mobilizações de construção de uma
nova sociedade, serão só igrejas cheias
Se as igrejas cheias não formarem jovens comprometido com os pobres e necessitados, serão só igrejas cheias
Se
as igrejas cheias forem só momentos de alegria, serão só igrejas baladas
Se
as igrejas cheias não gerarem comunidade, serão só igrejas cheias de massa
Se
as igrejas cheias não levarem os jovens ao radicalismo evangélico, serão só
igrejas cheias
Se
as igrejas cheias não transformarem a política e a sociedade, serão igrejas só
cheias
Se
as igrejas cheias não viverem a pobreza, serão só igrejas cheias
Se
as igrejas cheias não acabarem com as dores, serão só igrejas cheias
Se
as igrejas cheias não assumirem a dor, serão só igreja cheia
Se
as igrejas cheias não se preocuparem com as comunidades, serão só igrejas massa
Se
as igrejas cheias serem só igreja cheias, eu prefiro as igrejas pequenas...
Rodrigo da Silva
twitter.com/RodrigoPJoteiro
Evangelho (Mateus 6,1-6.16-18)
Evangelho (Mateus 6,1-6.16-18)
Quarta-Feira, 22 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira de Cinza
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.
5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que tu estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Reflexão - Mt 6, 1-6.16-18
O verdadeiro espírito de conversão quaresmal é aquele de quem não busca simplesmente dar uma satisfação de sua vida a outras pessoas para conseguir a sua aprovação e passar assim por um bom religioso, mas sim aquele que encontra a sua motivação no relacionamento com Deus e busca superar as suas imaturidades, suas fraquezas, sua maldade e seu pecado para ter uma vida mais digna da vocação à santidade que é conferida a todas as pessoas com a graça batismal, e busca fazer o bem porque é capaz de ver nas outras pessoas um templo vivo do Altíssimo e servem ao próprio Deus na pessoa do irmão ou da irmã que se encontram feridos na sua dignidade.
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Evangelho do dia
Campanha da Fraternidade 2012 será lançada oficialmente pela CNBB
O lançamento Oficial da Campanha da Fraternidade 2012 será feito na sede da CNBB em Brasília, nesta quarta-feira, dia 22 de fevereiro (Quarta-feira de Cinzas), às 14h.
Esta 49ª edição destaca a saúde pública e suas variantes, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).
Segundo a CNBB, a CF de 2012 refletirá o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precariedade dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.
O ministro da saúde, Alexandre Padilha, agentes da pastoral da saúde e profissionais da saúde estarão presentes no lançamento que será feito pelo secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.
Na quarta-feira, será apresentado um vídeo breve sobre a Campanha e ainda a prestação de contas da Campanha da Fraternidade de 2011 mostrando onde foram aplicados os recursos recolhidos.
“Nós pedimos que os projetos fomentem ações transformadoras segundo o tema da Campanha. Neste ano, queremos dar voz ao povo que tem tido muita dificuldade no atendimento na saúde pública”, explica o secretário-executivo da CF, padre Luis Carlos Dias.
Além de um atendimento de saúde mais humanizado e melhor atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) a Campanha deste ano quer chamar a atenção da população para a adoção de hábitos de vida mais saudáveis e ainda valorizar os agentes das pastorais da saúde que com dedicação trabalham voluntariamente.
“Esperamos que a Campanha fomente o espírito fraterno para com as pessoas doentes e idosos, pensando que o Brasil está num processo de transição demográfica onde a população está envelhecimento”, salienta o secretário.
Nas diversas dioceses do Brasil, o lançamento será feito a partir da quarta-feira até o domingo, dia 26 de fevereiro. O texto de apresentação da CF 2012 e outros materiais referentes à Campanha estão disponíveis no site da CNBB.
Fonte: Canção Nova Noticias
Esta 49ª edição destaca a saúde pública e suas variantes, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).
Segundo a CNBB, a CF de 2012 refletirá o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precariedade dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.
O ministro da saúde, Alexandre Padilha, agentes da pastoral da saúde e profissionais da saúde estarão presentes no lançamento que será feito pelo secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner.
Na quarta-feira, será apresentado um vídeo breve sobre a Campanha e ainda a prestação de contas da Campanha da Fraternidade de 2011 mostrando onde foram aplicados os recursos recolhidos.
“Nós pedimos que os projetos fomentem ações transformadoras segundo o tema da Campanha. Neste ano, queremos dar voz ao povo que tem tido muita dificuldade no atendimento na saúde pública”, explica o secretário-executivo da CF, padre Luis Carlos Dias.
Além de um atendimento de saúde mais humanizado e melhor atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) a Campanha deste ano quer chamar a atenção da população para a adoção de hábitos de vida mais saudáveis e ainda valorizar os agentes das pastorais da saúde que com dedicação trabalham voluntariamente.
“Esperamos que a Campanha fomente o espírito fraterno para com as pessoas doentes e idosos, pensando que o Brasil está num processo de transição demográfica onde a população está envelhecimento”, salienta o secretário.
Nas diversas dioceses do Brasil, o lançamento será feito a partir da quarta-feira até o domingo, dia 26 de fevereiro. O texto de apresentação da CF 2012 e outros materiais referentes à Campanha estão disponíveis no site da CNBB.
Fonte: Canção Nova Noticias
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campanha da fraternidade
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Dinamizando o grupo
Quando falamos em grupos de jovens, logo pensamos em como eles se reconhecem, como se reúnem, o que fazem, o que desejam... Mas isso tudo só se descobre depois que descobrimos o grupo. E para isso precisamos conhecer as pessoas.
Se nos utilizarmos das dimensões da formação integral do Processo de Educação na Fé dos(as) jovens da Pastoral da Juventude, encontraremos na travessia aspectos como conhecer-se; conhecer o outro; conhecer o lugar onde se está e como as pessoas ali vivem; que definição temos de mundo e de Deus; e como operacionalizamos tudo isso.
Finalidades das dinâmicas
As dinâmicas ajudam a desenvolver o grupo, de maneira a expressar-se melhor e a garantir os espaços em que se deseja estar. As vivências, as atitudes, os contratos que o grupo firma se revelam nessas dinâmicas, assim como revelam o que só falamos da boca para fora. Então, a abertura e o compromisso com esse tipo de técnica são muito importantes para quem quer se manter unido através de algum ponto em comum.
Certa vez, ouvi que as dinâmicas têm finalidades, que são mais ou menos assim:
a) Elas ajudam a nos colocarmos junto dos demais. Retiram barreiras que impedem a comunicação; eliminam desconfianças e preconceitos; superam desenganos e amarguras;
b) Solidariedade: ajudam-nos a vencer o egoísmo, o individualismo, muitas vezes trazido de nossa formação ou por influência do ambiente e organizações em que vivemos;
c) Ajuda mútua: exercitamos a colaboração e a ajuda. Acabamos detectando resistências, indiferenças, agressividades, desejos de dominar e utilizar os outros;
d) Conhecer-se e assumir-se: aí ficamos sabendo de nossas limitações e deficiências, qualidades e dons pessoais;
e) Descobre-se a maturidade do grupo: as dinâmicas, quando bem feitas, provocam abertura, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso;
f) Dinamizam o grupo. Auxiliam no trabalho em equipe, no crescimento das pessoas e na transformação do ambiente social.
É de extrema importância que a pessoa que conduz a dinâmica saiba aonde chegará com ela. É importante, também, que essa dinâmica esteja ligada ao tema/assunto que o grupo está partilhando, vivendo.
Em alguns grupos que acompanhamos, temos percebido que as dinâmicas são utilizadas como brincadeiras. Mas é bom salientar que todas as dinâmicas e técnicas realizadas no grupo têm algum propósito: de alegrar ou aquietar o grupo, sensibilizar para a temática a ser conversada, comprometer para a transformação do ambiente... Elas não devem estar desconectadas do encontro que se está propondo realizar.
Material para o grupo
Às vezes, os grupos têm dificuldade de encontrar materiais que tragam novidades nessa área e também na área dos conteúdos a serem utilizados nos encontros de grupo. Em julho de 2006, em Goiânia, realizou-se um encontro, com várias pessoas que trabalham com juventude, no qual se estudou e se aprofundou a realidade juvenil. Depois disso, a produção de novos subsídios para os grupos de jovens foi intensamente trabalhada. Esse material está publicado e pode ser encontrado junto aos Centros e Institutos de Juventude ou com as Pastorais de Juventude do Brasil.
Para realizar as dinâmicas ou assuntos novos no grupo é bom ter conhecimento sobre ele e saber se a técnica escolhida dará conta de que todos(as) participem. Em relação aos materiais, eles existem para os grupos iniciantes e também para aqueles que já convivem há mais tempo.
A dinâmica de grupos é um exercício libertador. Ajuda as pessoas a superarem seus bloqueios, suas barreiras e seus medos. Integra ativamente as pessoas ao grupo, de maneira consciente e crítica. Melhora as relações humanas nos grupos, questionando seus objetivos, seus ideais, seus métodos, suas convicções. Em suma, a dinâmica procura criar uma sociedade mais profética e mais transformadora.
Raquel Pulita,
da equipe da ONG Trilha Cidadã, assessora da Pastoral da Juventude, Porto Alegre, RS.
Endereço eletrônico: rpulita@terra.com.br
Artigo publicado na edição 375, abril de 2007, página 10.
Se nos utilizarmos das dimensões da formação integral do Processo de Educação na Fé dos(as) jovens da Pastoral da Juventude, encontraremos na travessia aspectos como conhecer-se; conhecer o outro; conhecer o lugar onde se está e como as pessoas ali vivem; que definição temos de mundo e de Deus; e como operacionalizamos tudo isso.
Finalidades das dinâmicas
As dinâmicas ajudam a desenvolver o grupo, de maneira a expressar-se melhor e a garantir os espaços em que se deseja estar. As vivências, as atitudes, os contratos que o grupo firma se revelam nessas dinâmicas, assim como revelam o que só falamos da boca para fora. Então, a abertura e o compromisso com esse tipo de técnica são muito importantes para quem quer se manter unido através de algum ponto em comum.
Certa vez, ouvi que as dinâmicas têm finalidades, que são mais ou menos assim:
a) Elas ajudam a nos colocarmos junto dos demais. Retiram barreiras que impedem a comunicação; eliminam desconfianças e preconceitos; superam desenganos e amarguras;
b) Solidariedade: ajudam-nos a vencer o egoísmo, o individualismo, muitas vezes trazido de nossa formação ou por influência do ambiente e organizações em que vivemos;
c) Ajuda mútua: exercitamos a colaboração e a ajuda. Acabamos detectando resistências, indiferenças, agressividades, desejos de dominar e utilizar os outros;
d) Conhecer-se e assumir-se: aí ficamos sabendo de nossas limitações e deficiências, qualidades e dons pessoais;
e) Descobre-se a maturidade do grupo: as dinâmicas, quando bem feitas, provocam abertura, sinceridade, confiança, colaboração e compromisso;
f) Dinamizam o grupo. Auxiliam no trabalho em equipe, no crescimento das pessoas e na transformação do ambiente social.
É de extrema importância que a pessoa que conduz a dinâmica saiba aonde chegará com ela. É importante, também, que essa dinâmica esteja ligada ao tema/assunto que o grupo está partilhando, vivendo.
Em alguns grupos que acompanhamos, temos percebido que as dinâmicas são utilizadas como brincadeiras. Mas é bom salientar que todas as dinâmicas e técnicas realizadas no grupo têm algum propósito: de alegrar ou aquietar o grupo, sensibilizar para a temática a ser conversada, comprometer para a transformação do ambiente... Elas não devem estar desconectadas do encontro que se está propondo realizar.
Material para o grupo
Às vezes, os grupos têm dificuldade de encontrar materiais que tragam novidades nessa área e também na área dos conteúdos a serem utilizados nos encontros de grupo. Em julho de 2006, em Goiânia, realizou-se um encontro, com várias pessoas que trabalham com juventude, no qual se estudou e se aprofundou a realidade juvenil. Depois disso, a produção de novos subsídios para os grupos de jovens foi intensamente trabalhada. Esse material está publicado e pode ser encontrado junto aos Centros e Institutos de Juventude ou com as Pastorais de Juventude do Brasil.
Para realizar as dinâmicas ou assuntos novos no grupo é bom ter conhecimento sobre ele e saber se a técnica escolhida dará conta de que todos(as) participem. Em relação aos materiais, eles existem para os grupos iniciantes e também para aqueles que já convivem há mais tempo.
A dinâmica de grupos é um exercício libertador. Ajuda as pessoas a superarem seus bloqueios, suas barreiras e seus medos. Integra ativamente as pessoas ao grupo, de maneira consciente e crítica. Melhora as relações humanas nos grupos, questionando seus objetivos, seus ideais, seus métodos, suas convicções. Em suma, a dinâmica procura criar uma sociedade mais profética e mais transformadora.
Raquel Pulita,
da equipe da ONG Trilha Cidadã, assessora da Pastoral da Juventude, Porto Alegre, RS.
Endereço eletrônico: rpulita@terra.com.br
Artigo publicado na edição 375, abril de 2007, página 10.
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