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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Qual é a origem da Quaresma? (3)


A Igreja sempre manteve a tradição de jejuar e fazer abstinência durante a Quaresma, mas as normas se modificaram ao longo dos séculos.

Segundo a pesquisa do Pe. Flader, as regras do jejum se tornaram muito estritas no século V: “Só se permitia uma refeição, no final da tarde. A carne não era permitida, nem sequer aos domingos. A carne e o peixe – e, em muitos lugares, os ovos e produtos lácteos – eram absolutamente proibidos”.

O sacerdote recorda que, nas igrejas orientais, ainda são seguidas regras similares: “Não podem comer vertebrados ou produtos derivados de vertebrados, isto é, nem carne, nem peixe, nem ovos, nem queijo, nem leite”.

No Ocidente, no entanto, as normas mudaram. No começo, era permitido um pequeno lanche, depois o peixe foi aceito e, finalmente, aceitou-se também a abstinência de carne apenas na Quarta-Feira de Cinzas e às sextas-feiras. Além disso, os produtos lácteos também foram permitidos.

Atualmente, os católicos jejuam na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa, abstêm-se de carne nestes dias e em todas as sextas-feiras da Quaresma. O jejum, como definem os bispos dos Estados Unidos, consiste em ter uma refeição completa e dois lanches.



Fonte: Aleteia

Qual é a origem da Quaresma (2)


A observância de um período de oração, jejum e esmola como preparação para a Páscoa remonta à época dos Apóstolos, ainda que, durante os primeiros séculos, se limitasse somente a poucos dias.

O Pe. Flader observa que São Leão Magno (440-461) dizia sobre a Quaresma que “foi instituída pelos Apóstolos” e que a Tradição sustenta que “sempre foi vivida com uma maior atenção à vida de oração, jejum e esmola”.

“Nos primeiros três séculos, o tempo de jejum se limitava a alguns dias, uma semana quando muito”, afirma o sacerdote. “A primeira menção aos 40 dias foi no concílio ecumênico de Niceia (325), mas no final do século IV o costume havia se estendido amplamente, tanto no Oriente como no Ocidente.”

Com relação à determinação da duração da Quaresma – 40 dias –, o sacerdote explica que se refere aos “40 dias de jejum e oração que Cristo passou antes do começo da sua vida pública”.

As igrejas do Oriente e do Ocidente contavam os dias da Quaresma de maneira diferente, pois no Oriente os fiéis eram eximidos de jejuar os sábados e domingos. Além disso, a Quaresma durava um total de 7 semanas.

O Ocidente, por outro lado, só os domingos eram isentos e a Quaresma durava 6 semanas. No entanto, dessa forma, os dias de jejum somavam apenas 36, não 40. “Foi no século VII – explica o Pe. Flader – que a Quaresma começou a ter seu início 4 dias antes, com a Quarta-Feira de Cinzas, de maneira que havia 40 dias de jejum, como na atualidade.”

“Os domingos não estão incluídos nos 40 dias”, esclarece.

Fonte: Ateleia

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Pecados Capitais

PECADOS CAPITAIS: É um tema muuuuito importante pois são eles que dão origem a todos os outros pecados. Todos os pecados que cometemos são sempre uma variação de um dos pecados capitais, ou ainda, uma combinação de mais de um pecado capital. Aqui estão explicados de forma simples cada um deles e tem as passagens bíblicas que vão te ajudar a entender melhor:
1. Soberba ou Orgulho: quando nos achamos melhor que todo mundo, não respeitando o próximo e passando por cima de tudo e de todos. Você se torna o seu próprio Deus pois a glória de tudo o que você faz sempre vai para você mesmo.(Eclo 10,15; Romanos 3,27; Gálatas 6,4; Mateus 18,3)
2- Luxúria: apego aos prazeres sexuais. Sua vida passa a girar em torno do sexo. Se você vê um homem/mulher já pensa em sexo. Como exemplo da luxúria podemos citar: o adultério (traição) e a fornicação (sexo fora do casamento), cobiçar a mulher/homem do próximo, a masturbação, o homossexualismo e lesbianismo, a zoofilia (sexo com animais). (2Pedro 2,13; Levítico 18, 20.22; Êxodo 20,17; Mateus 5,27; 1Coríntios 6,15; Gênesis 38,9-10)
3. Avareza: é o amor ao dinheiro. O dinheiro passa a ser tudo para você e você acredita que com o dinheiro pode fazer tudo e comprar tudo, inclusive as pessoas. Seu deus se torna o dinheiro. (Mt 6,24; 1Timóteo 6,10; Marcos 10,21-22; João 12,5-6)
4. Ira: quando brigamos a toda hora e com qualquer pessoa mesmo sem ter motivo. Quando guardamos mágoa ou rancor por alguém e não perdoamos como Jesus nos manda. (Mt 5,22; 21,12; 23,27)
5. Gula: quando comemos até não agüentar mais, chegando até mesmo a passar mal. Quando já saciamos nossa fome mas comemos o bife do outro deixando-o sem comida. (Filipenses 3,19; Isaías 5,11)
6. Inveja: quando queremos ter algo igual só porque o outro tem, é o famoso “olho gordo”. Não consigo em alegrar com as vitórias e conquistas do outro (Sabedoria 2,24; Gênesis 4,1-16; Mateus 10,42-43; 20,1-16; Gênesis 37,4; 1Samuel 18,6-16)
7. Preguiça: quando temos todo tempo do mundo a nossa disposição e mesmo assim deixamos de fazer as boas coisas em função de Deus e do próximo. (Eclesiástico 33,28-29; Provérbios 24,30-31; Ezequiel 16,49; Mt 20,6)
Tomemos todo cuidado com esses pecados que nos rondam o tempo todo e que acabam nos afastando de Deus, da nossa liberdade e da verdadeira felicidade.
Bem da Hora - Canção Nova

Eu tenho vocação?


Você já parou para pensar em “qual é a sua vocação”? Ela existe! Deus tem um chamado para cada um de seus filhos, só precisamos descobrir. Você não precisa inventar uma vocação, pois a vocação não parte de nós, mas é uma iniciativa de Deus, é Ele quem dá, é um chamado que vai se descobrindo a medida em que ficamos íntimos de Deus. Ele começa a falar com a gente atraves de situações, de pessoas, da Palavra e também nos nossos momentos de oração. Por isso, quem quer descobrir sua vocação precisa ser AMIGO ÍNTIMO  de Deus, para que assim consigamos ouvir seu chamado.
A vocação requer renúncia, como o deixar a família, a saudade, o desapego das coisas materiais, e muitas vezes até abandonar sonhos, mas o mais lindo disso é ver o quanto Deus nos preenche quando temos a coragem de dizer sim e como os sonhos de Deus são sempre melhores que os nossos. Se realmente acertamos na nossa vocação, conseguimos suportar todas as dificuldades e seremos felizes.
Deus me escolheu para levar o amor aonde quer que eu vá!
Sou instrumento sim, é minha missão, ser canal de graça para o irmão.”
Deus abençoe você para que consiga descobrir qual é a missão, o chamado que Deus tem pra você. E tenha certeza: será um projeto de amor, porque Deus só sabe amar e sempre, sempre tem o melhor para nós!

Aceitar as diferenças

“Só o amor aproxima o que é diferente e realiza a união na diversidade.” (Beato João Paulo II)


Você é único, importante e especial para Deus. Assim também cada pessoa que está a sua volta, é uma grandiosa obra da criação de Deus que não se repete. Somos muitos mais,  somos únicos e por isso b em diferentes uns dos outros.  São nossas diferenças que nos tornam mais especiais e possibilitam nosso crescimento e aprendizado para a vida. Não importa as diferenças, as condições, os erros que aconteceram até hoje, cada dia é um nova chance que Deus nos dá para vivermos o amor com aqueles que estão ao nosso lado.
Bem da  Hora

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Porque devo orar?


A oração nos coloca diante do trono de Deus e dele jorra um rio de água vivificante, se queremos ter vida plena é preciso estar diante do trono de Deus. A oração nos faz belos por dentro e por fora, ela nos acalma, coloca em ordem o que está em desordem,nos faz ter otimismo, confiança, perseverança, segurança…..Santo Afonso de Ligório dizia: “Quem reza se salva. Quem não reza se condena.” e é a pura verdade, pois a oração nos dá folego de vida, se não oramos acabamos morrendo. É como uma planta, se não molha morre, se condena.
O Senhor nos deu liberdade, para querer buscá-lo ou não. Eu acredito que sem perseverança e disciplina não há santidade, a nossa vida precisa ser organizada. Qual o tempo que você dá para o Senhor no seu dia? Você tem um horário para rezar? Lembre-se se eu não cavo o poço, dele não pode sair água, da onde vem esta sua secura e aridez? Da falta de buscar água na fonte todos os dias, com perseverança e disciplina.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ler pra quê?

Queridos amigos e queridas amigas, leitores e leitoras deste blog, a satisfação em partilhar este texto com vocês é enorme. O companheiro José Luiz Possato Júnior, da lista da PJ e do blog "Os peregrinos", foi convidado e aceitou prontamente a tarefa de partilhar conosco um texto sobre Bíblia e Juventude. Mas ele fez mais do que isso. Conseguiu condensar num texto de quase duas páginas um exemplo de motivação e comprometimento com a leitura bíblica. Mas não vou adiantar mais nada do que ele escreveu. A leitura é fácil, prazerosa e instigante. Valeu Possato!!!
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De tudo o que passarei a discorrer agora, guarde principalmente isto: ler a Bíblia é comprometer-se. Não é que as outras coisas não tenham importância, mas tenho pressa de chegar ao que realmente interessa. Além disso, é como diz aquela canção sobre o profeta: “Tenho que gritar! Ai de mim, se não o faço!”



Irrita-me o falso zelo pela Bíblia. Dizem por aí que ela é a Palavra de Deus, que devemos reverenciá-la, que nela se encerra toda a Verdade etc. Mas o que vejo em nossos grupos é a sua leitura, muitas vezes, servindo apenas para iniciar as reuniões. Pensa-se garantir, assim, um momento de espiritualidade para introduzir os temas que “realmente interessam”. Em vez de colocá-la no centro das reflexões, servindo como um norte, um guia, fazem dela um “aperitivo a ser servido antes do prato principal”. Ignora-se, com isso, seu verdadeiro papel: iluminar as situações do dia-a-dia, especialmente aquelas onde a vida do povo encontra-se oprimida.

Ler a Bíblia deve transformar-nos. Caso contrário, não estamos lendo a Palavra de Deus. Claro, para que isso aconteça, muito depende da nossa abertura ao texto. Se nossa atitude não é de escuta, nada assimilaremos do que está diante de nossos olhos. Mas vejamos o que diz o profeta Isaías: “A palavra que sai de minha boca não volta para mim sem efeito, sem ter realizado o que eu quero e sem ter cumprido com sucesso a missão para a qual eu a mandei” (Is 55,11). A verdadeira Palavra de Deus incomoda, inquieta, desinstala, faz pensar e faz agir.

Esse incômodo, esse compromisso não é com qualquer causa. Segundo Jesus: “nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino do Céu” (Mt 7,21a). É comum que, para abafar o chamado de Javé, alguns trechos das Escrituras sejam relativizados. Assim acontece com afirmações categóricas de Jesus como: “Vá, venda tudo o que tem, dê o dinheiro aos pobres, depois venha e me siga” (Mt 19,21). Alguns dizem que, aqui, Jesus refere-se às riqueza e pobreza espirituais. Dentro dessa lógica, qual a explicação para “dê o dinheiro aos pobres”? Alguém me disse, certa feita: “Se te chamam para falar a um grupo de banqueiros, vai... é tua missão! Se te chamam uma segunda vez... repense a missão!” O Cristo diz de outra forma: “Onde estiver teu tesouro, aí estará o teu coração” (Mt 6,21). O Reino é promessa de vida abundante para todas e para todos (Jo 10,10). Logo, o compromisso do Evangelho é com aquelas e aqueles que ainda não têm vida em plenitude, ou seja, os pobres.

Nos tempos bíblicos, os pobres eram representados por alguns grupos: leprosos, viúvas, órfãos, estrangeiros etc. A maior parte dos profetas diz que o louvor agradável a Javé é defender a causa desses grupos (veja, por ex., Is 1,10-11.17). Em Naim, Jesus vê uma viúva ficar “órfã” do filho. Naqueles tempos, ser mulher não era muito fácil. Sem um marido, então... Agora, imaginem uma viúva sem filhos homens para ampará-la. Compadecido pela situação, Jesus restitui a vida ao rapaz (Lc 7,11-17). Só isso já é suficiente para percebermos que nosso Deus toma partido, isto é, mesmo amando a todas e a todos, indiscriminadamente, Ele fica do lado dos que mais sofrem, como que a denunciar: “Olha, pessoal... Essas irmãs e irmãos aqui precisam de um pouquinho mais de dignidade.”

Os fatos são evidentes. Entretanto, há grupos exímios em distorcer os textos bíblicos. Por exemplo, em relação à Cruz! Para eles, qualquer sofrimento é um Calvário. Com isso, alegam estar seguindo a Cristo. “Esquecem” (muito convenientemente) os motivos que O levaram à crucifixão. Basta qualquer atrito, seja por um cargo ou função dentro do grupo ou comunidade, seja pelo “horário nobre” da missa (isto é, o horário onde a missa é mais frequentada), seja por causa da organização do bingo ou quermesse paroquial, e pronto: “Esta é a minha provação; estou sendo perseguida/o, assim como Jesus”. Alguns até batem no peito e citam as Escrituras de cor: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim” (Mt 10,38). Mas Jesus não morreu por um cargo na Igreja. Ele foi assassinado! E o motivo da barbárie é muito simples: alguém não gostou que o Messias defendesse a vida do povo.

Os pseudos-cristãos, isto é, aqueles que não se comprometem com nada nem ninguém, a não ser consigo mesmos, estão em toda parte. Ministrei, já faz um bom tempo, um curso de liderança. Lá pelas tantas, o grupo deveria responder a duas perguntas: 1) “Qual a maior dificuldade do seu bairro, grupo ou comunidade?”; 2) “Indique com gestos concretos como solucionar este problema?”. As respostas foram as seguintes: 1) “Problema: esgoto a céu aberto”; 2) “Solução: fazer uma tarde de louvor”. Mais recentemente, trabalhando o mesmo curso, alguém me disse: “Não quero discutir a situação dos carroceiros; quero discutir o meu grupo”. Fica evidente que alguns grupos usam o espaço da Igreja para auto-promoção. Dizem ser fiéis a Jesus, mas estão preocupados única e exclusivamente com a própria “salvação”.

O Messias também teve que enfrentar o “corpo mole” de alguns grupos para os quais falava. Mas Ele não entrava no jogo. Sua reação era enérgica: “Não pensem que eu vim trazer paz à terra; eu não vim trazer a paz, e sim a espada. De fato, eu vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. Quem ama seu pai ou mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem procura conservar a própria vida, vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la” (Mt 10,34-39). Diante disso, como afirmar-se cristão e manter-se, ainda, alheio aos problemas à nossa volta?

O Evangelho diz: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem” (Lc 3,11). Ele não diz “olhe primeiro se o ‘vagabundo’ merece a túnica”, nem “fique com a melhor e dê a rasgada pra ele”, nem “dê aquela que está sobrando”. O ensinamento é simples e radical: partilhe. Por que, então, tanta resistência em ajudar (aliás... ajudar não: restituir a dignidade!) aos mais necessitados?

Que a Bíblia tome seu verdadeiro espaço em nossos grupos. Que nossas ações sejam pautadas pelos ensinamentos de Jesus. Que a nossa prática seja sempre inclusiva. E, por fim, que a partir da Bíblia busquemos incessantemente promover/defender a vida, principalmente onde ela é mais ferida, pois é isso que Cristo quer de nós. Amém!!!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Movido a desafios


A juventude de nossos dias é movida por desafios. O jovem curte a radicalidade da vida. Gostam de aventurar-se em grandes desafios. Porém. muitos tem se arriscados pelos caminhos da morte, se perdendo em falsos desafios sugeridos pelo mundo. Mergulhando em uma falsa radicalidade que conduz aos vícios das drogas, ao alcool, aos modismos que desfiguram os jovens.
Hoje o maior desafio da juventude de Deus é nadar contra a correnteza. Para isto é preciso ser radical, ter raízes firmes nas convicções de nossa fé. Pois, viver o que todo mundo vive é muito fácil, isto é coisa para os fracos. Quero ver viver a radicalidade da Santidade.
Nossa sociedade na sua maioria é composta por jovens fracos, que não tem conviccão do que quer, de quem é, sendo arrastado a ser aquilo que não é. Muitos se vestem de “Restart”, “Justin Bieber”, “Pe Lanza”, “Rebeldes”, “Emos”… na verdade já estão sem raízes, morrendo na sua essência. Criaturas sem personalidade carregado pela correnteza.
O verdadeiro jovem radical assume o desafio de ser diferente. Este maior desafio é a luta por uma vida santa. Ser um santo de calça jeans.
Aceita o desafio?
Diário de um Consagrado

O caro que saiu barato #JovensSarados


Ele estava na primeira fileira na Missa de encerramento do Acampamento Jovens Sarados. O brilho no olhar e o sorriso marcavam a morte do homem velho e o nascimento do homem novo.
Há alguns meses atrás eu conheci esse jovem, que vou chamar aqui de “Sarado”, em uma das missões dos Jovens Sarados pelo Brasil. Ele caiu de “paraquedas” naquele fim de semana. Teve uma experiência forte com o “Bom Samaritano” na ocasião. Passados alguns meses veio renovar esse encontro na Canção Nova.
Caminhando pela Chácara durante uma das pregações do Acampamento no último fim de semana, eu encontrei o Sarado. Já achei estranho ele não estar assistindo a pregação. Eu estava atrasada mas tive que parar. Logo no início da conversa o Sarado falou de suas dificuldades. Ele não estava conseguindo ir à Missa, não conseguia fugir das más companhias e o namoro estava de mal a pior. Além de tudo isso ele me confidenciou que sua última confissão tinha sido há 18 anos.  Eu disse pra ele “melhor ainda! Um bom exame de consciência, a Confissão e a Comunhão são o melhor remédio. Aproveita esses dias na Canção Nova!”
Sem Jesus Eucarístico a gente não vai longe. Monsenhor Jonas já disse: “Quem não adorar não vai aguentar.”  A Eucaristia é o nosso combustível, é o alimento da alma. Já ouviu a expressão: Saco vazio não pára em pé? Alma vazia morre.
É na Adoração e na Comunhão que Jesus revigora as forças da nossa alma.  Nesses momentos podemos descansar no Coração de Jesus, encontrar abrigo, refúgio e nos abastecermos para as batalhas do dia a dia.
Na Canção Nova nós procuramos a Santa Missa todos os dias, porque nossa luta é árdua e diária. Eu imagino que a sua luta diária também não deve ser tão fácil. Eu tenho a graça de ter a Santa Missa todos os dias aqui na Canção Nova. Talvez você não tenha a mesma felicidade, mas se tiver não perca tempo juventude sarada.
Mesmo se o padre não te agrada. Medite na Liturgia da Palavra e comungue. Não se afaste da Confissão, não tenha medo do padre porque isso tudo são tentações que o Demônio coloca diante de nós para nos afastar de Jesus Eucarístico.
O Encardido sabe da potência que você terá se for abastecido pela Eucaristia. Não se deixe enganar.
No final do Acampamento o “Sarado” me deu um abraço e disse: “O caro saiu barato.” Na confissão ele trocou 18 anos de pecado por 10 ave-marias, que foi sua penitência. Meu coração pulou de felicidade ao ouvir isso. Ganhei o fim de semana.
Como o olhar e o sorriso do “Sarado”, que  transbordavam o fim de 18 anos de pecado e a ressurreição de um homem de Deus naquela Missa ontem, eu espero que Jesus te encontre. Mesmo se hoje você saiu de Jerusalém e está indo em direção a Jericó. Mesmo se hoje você saiu da presença de Deus e está indo em direção ao pecado.
Receba a boa notícia: Ainda dá tempo de voltar.
Ana Lucia - Comunidade Canção Nova


Quem não adorar não vai aguentar.


Sem Jesus Eucarístico a gente não vai longe. Monsenhor Jonas já disse: “Quem não adorar não vai aguentar.”  A Eucaristia é o nosso combustível, é o alimento da alma. Já ouviu a expressão: Saco vazio não pára em pé? Alma vazia morre.
É na Adoração e na Comunhão que Jesus revigora as forças da nossa alma.  Nesses momentos podemos descansar no Coração de Jesus, encontrar abrigo, refúgio e nos abastecermos para as batalhas do dia a dia.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Te excluí do meu face


Resolver um problema com alguém deveria ser tão fácil quanto deletar um amigo do Facebook ou MSN…mas não é. Uma opinião contrária, um desentendimento ou simplesmente um “não vou com sua cara” bastam pra que o nome bendito saia da lista de contatos.
Apertar o delete é fácil, difícil é quando encontramos a “criatura” que logo vem tirar satisfação.
“Eu não si dô com fulano…não vou com a cara de sicrano…” isso precisa ser banido do nosso meio. Não desistir de amar e dar uma nova chance é o desafio, e o desafio é o programa de vida do cristão.
Verifique o msn do teu coração. Faça uma “faxina”. Não pra deletar mas pra reativar aqueles que há muito tempo você desistiu de amar.
Aproveite que a Quaresma está chegando….
Deus abençoe sua retomada.
Ana Lucia - Canção Nova

domingo, 29 de janeiro de 2012

Ensina com autoridade


No Evangelho deste domingo, Jesus é descrito por Marcos com dois discursos incisivos: Jesus é o "mestre" que ensina; Jesus é o "libertador" que cura, porque a sua palavra é eficaz.
Jesus ensina com autoridade e ordena com eficácia, e lê, proclama e age, diz e faz, prega e cura. O profeta é aquele que fala "em nome de Deus." Jesus é o verdadeiro grande profeta. Ele ensina com autoridade, por meio de palavras e obras.
No sábado, entra e fala na sinagoga de Cafarnaum. Estão presentes muitas pessoas. Sua palavra provoca uma escuta excepcional. Todos estão de ouvidos bem abertos. Ele fala com autoridade. A sua é uma palavra que gera admiração, porque é novidade absoluta.
Lendo os Evangelhos, vemos que este é o seu estilo constante. Podemos realmente chamá-Lo de “o homem que encanta”. O "maligno" não é tomado de surpresa, mas pela raiva e pelo  ódio. Ele sabe que aquele homem de Nazaré veio para libertar a todos do seu domínio. Chegou a hora de prestar contas com "o Cristo de Deus".
Impõe até mesmo: "manter calado e sair". Esta página  do Evangelho nos põe de costas contra a parede e nos convida a fazer escolhas específicas, que têm o sabor de uma liberdade interior redescoberta, correndo o risco de parecer de outro mundo. Na verdade, nós, cristãos, estamos "no mundo, mas não somos do mundo". Diante de Jesus que ensina, qual é a nossa atitude? Diante de Jesus na sua luta contra o mal, quais os comportamentos que nos são exigidos? "O que tens a ver conosco, Jesus de Nazaré? Viestes para nos destruir?" A palavra de Deus sacode e corta a nossa “tranquilidade” e a "tranquilidade” daqueles que pregam e daqueles que a escutam.
Jesus veio para acender uma esperança no coração de cada homem e de cada mulher. E todos percebem imediatamente que a sua palavra não é aquela dos escribas.  A sua palavra nasce de sua comunhão com o Pai. Esta é a fonte de sua "autoridade". Um anúncio, no entanto, tão reconfortante não é suficiente. Uma boa notícia pode aquecer o coração, pode dar confiança para aqueles que já se resignaram. Mas vem o momento em que você precisa ver sinais concretos daquela mudança que foi anunciada. É exatamente o que Jesus faz "em dia de sábado na sinagoga de Cafarnaum”.
Marcos, no seu texto, é bastante sóbrio nos detalhes: apresenta-nos um homem, "possuído por um espírito imundo", que está ali, na Sinagoga. Ele coloca diante de nossos olhos a ação de Jesus que livra a pessoa do seu sofrimento, da sua dilaceração, de sua escravidão.
E considerando todas as coisas, percebe-se que a descrição daquele homem e da sua doença é genérica. É bom para que todos nós possamos ver Jesus em um gesto que é confiado propriamente a Ele. O gesto de libertação é uma ordem para que o espírito do mal saia daquela criatura; é uma palavra forte que se propõe a trazer libertação e esperança a uma vida ofuscada pela presença mortificante do mal. E naquele mal nos é permitido reconhecer todos os males de que sofrem nossos irmãos, todas as situações de negligência, de abandono, de sofrimento, de tormento, de desânimo.
Em Jesus nos é dado um sinal claro, sem qualquer ambiguidade: Deus não hesita em travar uma luta contra o que nos mantém na escravidão. Deus compromete-se até o fim para nossa felicidade. Por isso é que seu Filho se tornou homem. Por isso não hesitará em lutar contra o mal e contra todo o ódio e brutalidade, contra qualquer mentira. Até ser condenado à morte de cruz. Até derramar o seu sangue. História de um amor que se manifesta com gestos precisos, exigentes, audaciosos. A história de um amor que nos liberta e que nos impele a fazer os mesmos gestos, fazer as mesmas escolhas.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Nossa Senhora Aparecida


Amiguinhos vou contar uma história para vocês, como tudo começou…
 João, Felipe e Domingos eram pescadores, quando, em outubro de 1717, o Governador de Minas e São Paulo, Dom Pedro de Almeida Portugal, o Conde de Assumar, veio visitar a cidade de Guaratinguetá.
Então foi pedido aos três pescadores que conseguissem muitos peixes para serem servidos, no jantar, ao Conde de Assumar e seus amigos. Mas, era uma época muito ruim para pescar.
Os três pescadores desceram no Rio Paraíba, acompanhando a correnteza. Jogaram a rede muitas vezes, mas nada conseguiam pescar.
 Chegando ao Porto Itaguaçu, lançaram novamente a rede e sentiram que havia pescado alguma coisa. Surpresos viram que era o corpo da Imagem da Senhora da Conceição.
Lançando a rede mais abaixo, uma surpresa! Uma cabeça de uma Imagem e que se encaixava direitinho no corpo da imagem achado primeiramente.
Embrulharam as duas partes da Imagem em um pano e guardaram, com muito cuidado, no fundo da conoa.
Em silêncio jogaram novamente a rede, quando…MILAGRE!  Parecia que todos os peixes do rio queriam subir na canoa! Foi assim que a Imagem de Nossa Senhora da Conceição, econtrada nas águas do rio, passou a ser chamada de Aparecida.
Assim, os três humildes pescadores guardaram e velaram a imagem numa capela, rezando para Nossa Senhora. A partir daí aconteceram vários milagres, atraindo cada vez mais pessoas para as orações aos pés da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Com o crescimento do números de devotos, em 1834, iniciou-se a construção da primeira Basílica e, em 1955 começou a ser construída a Grande Casa da Mãe Aparecida, o Santuário Nacional, que hoje recebe 10,5 milhões de devotos todos os anos.
Isso tudo é fruto da generosidade de muitos devotos que contribuem para a construção e acabamento da Casa da Mãe Aparecida que protege, acolhe e ampara seus fiéis.