segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Participantes da JMJ 2011 dão testemunho em reunião diocesana

O Conselho Diocesano de Pastoral realizou reunião ontem dia 4 de setembro, no Centro de Convivência Monsenhor Afonso Haffner de Tupã. Esta foi a teceira reunião deste ano com a presença de 39 membros sendo os coordenadores diocesanos das diversas pastorais, movimentos e associações, além de representante do CRB-Núcleo de Marília, dos vigários episcopais, o coordenador diocesano de pastoral e Dom Osvaldo Giuntini.






A reunião do conselho tem como objetivo estudar, animar e avaliar tudo quanto se refira às atividades pastorais na diocese, propondo sugestões práticas em vista de promover a unidade pastoral, em conformidade com o Evangelho e o Magistério da Igreja. Além do mais, busca fortalecer a unidade e a comunhão entre as comunidades, paróquias, regiões pastorais, equipes de pastorais, associações e movimentos.
Além das orientações sobre a Assembleia Diocesana deste ano, da avaliação do Curso de Atualização para os Leigos e da preparação para o calendário diocesano de 2012, Pe. Manoel Carlos Nery de Souza e a jovem Tatiane Pequeno Franco, que participaram da JMJ-2011 em Madri, partilharam através do testemunho a emoção de participar deste momento da Igreja. Em seguida, Pe. Roger Hermínio Souza Rodrigues apresentou o subsídio das DGAE – Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015.


Fonte: Diocese de Marilia

Igreja e Sagradas Escrituras: Biblista fala desta relação milenar


Estamos em setembro, mês dedicado à Palavra de Deus. Todos os anos, a Igreja no Brasil leva os fiéis católicos a redescobrir o valor das escrituras propondo um percurso de leitura e meditação dos livros sagrados. O tema proposto pela CNBB este ano é: "Travessia, passo a passo, o caminho se faz", que é baseado no trecho do Livro do Êxodo, 15,22 a 18,27, o chamado "Livro da Travessia".

A Igreja, a qual sempre atestou que a elaboração das Sagradas Escrituras provém de uma inspiração divina, foi a responsável pela difusão da Bíblia nas mais diversas línguas. Prova disso, é que São Jerônimo, padre e doutor da Igreja, já no século III, traduziu toda a Bíblia do grego e do hebraico para o latim, a pedido do Papa Damásio I. Sendo assim, no ano 390 d.C, depois de 23 anos de trabalho e estudo, concluiu-se a Vulgata, ou seja, a primeira tradução completa da Bíblia em língua latina.

Ao longo dos séculos, a Igreja também se preocupou com a correta interpretação da Sagrada Escritura, tomando como base o contexto cultural, as características literárias de cada texto sagrado e o que cada autor quis transmitir ao povo da época.

Especialistas afirmam que os cristãos não podem fazer uma leitura frutuosa da Palavra de Deus desconsiderando a Sagrada Tradição da fé, como explica padre Alexandre Vasconcelos, mestre e dourando em Teologia Bíblica, da diocese de São José dos Campos (SP).

"A Tradição da fé cristã é aquela transmitida pelos Doze apóstolos, batizados, laicato, mártires, santos, Bispos, Presbíteros, sacerdotes em geral, Diáconos, religiosos e suas ordens (franciscanos, jesuítas, beneditinos, clarissas, carmelitas, enclausuradas, monges e monjas), leigas e leigos consagrados, que permaneceram na fé cristã católica ao longo destes mais de dois mil anos. Não é pouca coisa. Estes, por sua vez, Transmitiram= traditio = tradição= transmissão – a palavra de Deus com sangue, suor e lágrimas até nossa geração”, afirmou o sacerdote.
A Lectio divina

O sacerdote também traz algumas orientações de leitura e assimilação da Palavra de Deus a partir daquilo que a Igreja considera como método eficaz de meditação das Sagradas Escrituras.

“O consenso magisterial, assistido pela Tradição, sugere aos fiéis um sistema monástico intitulado de Lectio Divina, ou seja, a leitura orante das Sagradas Escrituras. O método da Lectio Divina é simples e objetivo.

Consiste em quatro passos ou degraus acompanhados de quatro interrogações:
1º - Lectio (leitura): do texto propriamente dito: o que diz o texto em si?;
2º- Meditatio (meditação): do texto lido: o que diz o texto para mim/nós?;
3º- Oratio (oração): o que dizemos ao Senhor a partir do texto meditado? Nossa resposta;
4º- Contemplatio-actio (contemplação, silêncio e ação): Qual o sabor/sabedoria deste texto para ser aplicado como propósito de caridade? É silêncio e serviço”, explicou Padre Alexandre.

Fonte: Canção Nova Noticias

Padre Reginaldo Manzotti - Vou Evangelizar


Vou Evangelizar 
Padre Reginaldo Manzotti 





Senhor, eu quero te agradecer, 
De todos os dias a gente poder conversar. 
Senhor, às vezes me ponho a chorar, 
Só tu és a força que anima o meu caminhar. 


Eu quero te dizer agora 
Que eu já vou embora 
Evangelizar (bis) 


Senhor, eu vejo irmãos a sofrer, 
E sei pela fé que pedes a todos amar. 
Senhor, o mundo precisa entender, 
Que só com amor a justiça sobreviverá. 


Eu quero te dizer agora 
Que eu já vou embora 
Evangelizar (bis) 


Senhor, às vezes me ponho a pensar, 
E peço o fim da violência e da fome do irmão. 
Senhor, o mundo precisa te conhecer, 
Mas eu te prometo que vou evangelizar. 


Eu quero te dizer agora 
Que eu já vou embora 
Evangelizar (bis)

Mensagem do dia - O valor da honestidade

Mensagem do dia
O valor da honestidade

A Palavra de Deus na Vida - 05/09/2011


Evangelho (Lucas 6,6-11)

Segunda-Feira, 5 de Setembro de 2011
23ª Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor. 

Aconteceu num dia de sábado que 6Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. 7Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para ver se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. 8Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. 9Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?” 10Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada.11Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO
Duas perguntas podem ser feitas a partir do Evangelho de hoje: a primeira é sobre o motivo da existência da lei, e a segunda é sobre a nossa atitude em relação ao modo de agir das outras pessoas. No primeiro caso, a lei pode existir tanto para garantir direitos como para ser instrumento de opressão e de dominação. Os fariseus e os mestres da Lei fizerem da Lei de Deus não um meio para garantir o bem, mas um meio de estabelecerem relações de poder e dominação. No segundo caso, quando uma pessoa faz algo que nos surpreende, nós podemos condená-la e excluí-la porque não segue os padrões da normalidade ou podemos buscar os seus motivos, e talvez aprendamos novas formas de amar.

Adoração e Vida - Eu abro mão

Eu Abro Mão 
Ministério Adoração e Vida 



Estou aqui, querendo tua presença 
Dizer-te, ó Deus, tua graça me sustenta 
A ti o meu louvor 
Estou aqui e nada mais me importa 
Eu já entrei pelas tuas portas 
Com hinos de louvor 
Tu és o centro da minha adoração 
Tu és a força que atrai meu coração 
Se eu não buscar tua face, ó Senhor 
Nada, nada tem tanto valor 

Eu abro mão de tudo por tua presença 
Se eu não te adoro, nada mais faz diferença 
Eu abro mão de tudo por tua presença 
Meu Senhor, meu tudo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Papa explica o que é correção fraterna e oração em comum

O Papa Bento XVI, meditou neste domingo, 04, no discurso que antecede a oração mariana do Angelus, sobre caridade e comunhão, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, na Itália. O santo Padre começou a colocação, trazendo algumas orientações sobre a melhor forma de viver a correção fraterna, demonstrando que a caridade é o maior critério para a vivência deste princípio Evangélico.

"Este modo de agir, se chama correção fraterna: essa não é uma reação à ofensa imediata, mas é movida pelo amor ao irmão. Comenta Santo Agostinho: Aquele que te ofendeu, ofendendo-te, provocou em si mesmo uma grave ferida, e você não cuidará da ferida do seu irmão? Você deve esquecer a ofensa che recebeu, não a ferida do teu irmão (Discursos, 82;7)", enfatizou Bento XVI.

O pontífice explicou todo o percurso que deve ser realizado por cada cristão no que diz respeito aos relacionamentos. O papa explica que a comunidade é um local privilegiado para a vivência concreta do amor.


"Tudo isto indica que existe uma corresponsabilidade no caminho da vida cristã: cada um, consciente dos próprios limites e defeitos, é chamado a acolher a correção fraterna e a ajudar os outros com este serviço particular. Um outro fruto da caridade na comunidade é a oração em comum", explicou Santo Padre.

O papa reforçou a famosa passagem do "onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome e Eu estarei no meio deles (Mt 18, 19-20) reafirmando que na comunhão que se dá através dos gestos e da oração, a Igreja se configura ao Deus que é uno e trino.

"Devemos exercitar-nos seja na correção fraterna, que requer muita humildade e simplicidade de coração, seja na oração, a fim que suba a Deus, uma comunidade verdadeiramente unida em Cristo", concluiu o Pontífice.



Fonte: Canção Nova Noticias

Angelus do Papa Bento XVI - 04/09/2011


ÂngelusCastel Gandolfo
Domingo, 04 de setembro de 2011



Queridos irmãos e irmãs

As leituras bíblicas da Missa deste domingo falam sobre o tema da caridade fraterna na comunidade dos fiéis, a qual tem sua fonte na comunhão da Trindade. O apóstolo Paulo afirma que toda a Lei de Deus encontra a sua plenitude no amor, de modo que, também os nossos relacionamentos com os outros, os dez mandamentos e qualquer que seja o preceito se resumem nisto: "Amarás o teu próximo come a ti mesmo (Rm 13, 8-10). 

O texto do Evangelho tirado do capítulo 18 de Mateus, dedicado à vida da comunidade cristã, nos diz que o amor fraterno comporta também um sentido de responsabilidade recíproca, pela qual, se o meu irmão comete uma culpa contra mim, eu devo usar de caridade em relação a ele, a antes de tudo, falar-lhe pessoalmente, fazendo-lhe meditar que aquilo que disse ou fez não é bom. Este modo de agir se chama correção fraterna: essa não é uma reação à ofensa imediata, mas é movida pelo amor ao irmão. Comenta Santo Agostinho: Aquele que te ofendeu, ofendendo-te, provocou em si mesmo uma grave ferida, e você não cuidará da ferida do seu irmão? Você deve esquecer a ofensa que recebeu, não a ferida do teu irmão (Discursos, 82;7) 

E se o irmão não me escuta? Jesus no Evangelho indica um percurso: antes de voltar a falar-lhe chame outras duas ou três pessoas, para ajudá-lo melhor a se dar conta daquilo que fez; se, apesar disso, ele rejeitar a observação, haverá a necessidade de levar a questão à comunidade; e se não escuta nem mesmo a comunidade, é necessário leva-lo a perceber a separação que ele mesmo provocou, separando-se da comunhão da Igreja. Tudo isto indica que existe uma corresponsabilidade no caminho da vida cristã: cada um, consciente dos proprios limites e defeitos, é chamado a acolher a correção fraterna e a ajudar os outros com este serviço particular. Um outro fruto da caridade na comunidade é a oração em comum. Diz Jesus: "Se dois de vocês na terra se colocarem de acordo para pedir qualquer coisa, o meu Pai que está nos céus a concederá. Porque onde estão dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,19-20) A oração pessoal é certamente importante e mais, indispensável, mas o Senhor assegura a sua presença na comunidade que, mesmo sendo pequena, é unida e unânime, porque esta reflete a própria realidade de Deus Uno e Trino, perfeita comunhão de amor. Orígenes diz que "devemos exercitar-nos nesta sinfonia" (Comentário sobre o Evangelho de Mateus 14,1), isto é, nesta concórdia no interior da comunidade cristã. Devemos exercitar-nos seja na correção fraterna, que requer muita humildade e simplicidade do coração, seja na oração, a fim que suba à Deus, uma comunidade verdadeiramente unida em Cristo. Peçamos isto pela intercessão de Maria Santíssima, Mãe da Igreja, e de São Gregório Magno, Papa e doutor, que ontem, recordamos na liturgia.




A Palavra de Deus na Vida - 04/09/2011


Evangelho (Mateus 18,15-20)

Domingo, 4 de Setembro de 2011
23º Domingo Comum

- O Senhor esteja convosco.
- Ele está no meio de nós.
- PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
- Glória a vós, Senhor!
    Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão.16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”.
    - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

LECTIO DIVINA
Ler
Ame seu próximo como a si mesmo.
Meditar
Somos responsáveis uns pelos outros. Somos solidariamente responsáveis pelo que de bom ou mau cada um de nós faz.
Orar
Ser responsável pelos outros é cuidar deles e desenvolvê-los. Peçamos a graça de sermos mais generosos e compassivos.
Agir
Demonstre real cuidado por alguém hoje, em vez de apenas alegar fazê-lo.

sábado, 3 de setembro de 2011

Vaticano envia resposta à Irlanda sobre casos de abuxo sexual

Primeiro-ministro da Irlanda, Enda Kenny, e o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi
O Vaticano divulgou na manhã deste sábado, 3, a resposta enviada à Irlanda sobre o assim chamado Relatório Cloyne, que compila as investigações do governo sobre casos de abusos sexuais envolvendo membros do clero e instituições da Igreja. O texto está publicado na versão integral e, também, em forma de sumário-executivo, com os principais pontos abordados.

"Trata-se de um documento estruturado com clareza, de modo a afrontar todas as questões levantadas, e dar respostas argumentadas e documentadas, inserindo-as em uma perspectiva de amplitude adequada", explica o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.

A resposta da Santa Sé foi solicitada pelo vice-primeiro-ministro (Tánaiste) e Ministro para Assuntos do Exterior e Comércio da Irlanda, Eamon Gilmore, em 14 de julho deste ano, durante encontro com o Núncio Apostólico no país, Arcebispo Giuseppe Leanza.



"Reconhecendo a seriedade dos crimes detalhados no Relatório, que jamais deveriam ter acontecido na Igreja de Jesus Cristo, e desejando responder à solicitação do governo da Irlanda, a Santa Sé, depois de cuidadosamente examinar o Relatório Cloyne e considerar as muitas questões levantadas, procurou responder de forma abrangente", ressalta um boletim divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
O documento foi entregue pelo subsecretário para as Relações com os Estados, monsenhor Ettore Balestrero, àChargé d’Affaires da Embaixada da Irlanda junto à Santa Sé, Helena Keleher, na manhã deste sábado.

"Todo o documento demonstra como a Santa Sé levou em consideração com grande seriedade e respeito os questionamentos e críticas recebidas, e se empenhou em dar uma resposta aprofundada e serena, privada de inúteis tons polêmicos também lá onde dá respostas claras às acusações que lhe foram feitas. Esperamos, portanto, que isso chegue ao escopo fundamental e de comum interesse que se propõe: contribuir para reconstruir aquele clima de confiança e de cooperação com as autoridades irlandesas, essencial para um compromisso eficaz da Igreja e de toda a sociedade para garantir eficazmente o bem primário da salvaguarda da juventude", complementa padre Lombardi.


Resposta

O texto da resposta aponta que a publicação do Relatório Cloyne significa "um passo a mais no longo e difícil caminho de comprovação da verdade, de penitência e purificação, de cura e renovação da Igreja na Irlanda. A Santa Sé não se considera alheia a esse processo, mas o compartilha em espírito de solidariedade e compromisso".

Da mesma forma, reafirma a profunda repugnância da Santa Sé com relação aos delitos acontecidos, que "lamenta e se envergonha profundamente pelos terríveis sofrimentos que as vítimas e suas famílias tiveram que suportar na Igreja de Jesus Cristo, lugar onde isso jamais teria que ocorrer".

De todo modo, a atitude adotada pela Igreja na Irlanda em tempos recentes com relação ao problema do abuso sexual de menores "se está beneficiando da experiência em curso e demonstrando cada vez maior eficácia na prevenção da repetição de tais delitos e no trato dos casos que surgem".

Com relação ao duro discurso do primeiro-ministro (Taoiseach) da Irlanda, Enda Kenny, pronunciado na Câmara dos Deputados (Dáil Éireann) em 20 de julho de 2011, a Santa Sé salienta que compreende e compartilha os profundos sentimentos de tristeza e frustração diante das conclusões do Relatório Cloyne. "No entanto, mantém importantes reservas sobre alguns aspectos do discurso. Em particular, é infundada a acusação de que a Santa Sé pretendesse 'frustrar uma Investigação em uma República soberana e democrática há somente três anos, não há três décadas'. Além disso, um porta-voz governamental, quando questionado a respeito, esclareceu que o senhor Kenny não se referia a nenhum incidente específico".

A Santa Sé indica que as acusações de interferência em assuntos internos do Estado irlandês caem por terra por falta de provas. Da mesma forma, não há como sustentar a tese de ingerência na gestão ordinária das dioceses ou congregações irlandesas com relação aos problemas de abuso sexual.

"O fato é que não existe base para tais acusações. A esse respeito, a Santa Sé deseja deixar bem claro que de nenhum modo obstaculizou ou tentou interferir em nenhuma investigação de casos de abuso sexual de menores na Diocese de Cloyne. Da mesma forma, em nenhum momento a Santa Sé tentou interferir na lei civil irlandesa ou impedir as autoridades civis no exercício de suas funções", explica a resposta.

No entanto, ao mesmo tempo em que rechaça as acusações infundadas, a Santa Sé "acolhe com espírito de humildade todas as observações e sugestões objetivas e úteis para combater com determinação ao espantoso delito do abuso sexual de menores".

A parte final da resposta indica claramente a posição da Igreja:

"A Santa Sé deseja manifestar novamente que compartilha a profunda preocupação e inquietude expressadas pelas autoridades irlandesas, pelos cidadãos irlandeses em geral e pelos bispos, sacerdotes, religiosos e leigos da Irlanda em respeito aos atos delitivos e pecaminosos de abuso sexual perpetrados por membros do clero e por religiosos. A Santa Sé é também consciente da compreensível raiva, desilusão e do sentimento de traição experimentados por quem, particularmente as vítimas e suas famílias, viram-se afetados por essas ações vis e deploráveis e pelo modo que, às vezes, se afrontaram por parte das autoridades eclesiásticas. E, por isso, a Santa Sé deseja reiterar sua dor pelo sucedido. Deseja que as medidas que a Igreja introduziu nos últimos anos, universalmente, como também na Irlanda, sejam mais eficazes para prevenir a repetição de ditos atos e contribuam para a cura de quem sofreu os abusos e a restabelecer a confiança recíproca e a colaboração entre as autoridades eclesiásticas e as estatais, o que é essencial para lutar eficazmente contra o flagelo do abuso. Naturalmente, a Santa Sé sabe bem que a dolorosa situação provocada pelos episódios de abuso não pode se resolver rápida ou facilmente e que, embora se tenham realizado muitos progressos, resta ainda muito por fazer.

Desde os primeiros dias do Estado irlandês, e especialmente desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em 1929, a Santa Sé sempre respeitou a soberania da Irlanda, manteve relações cordiais e amistosas com o país e suas autoridades, frequentemente expressou sua admiração pela extraordinária contribuição de homens e mulheres de Irlanda à missão da Igreja e à melhoria das condições de vida de populações de todo o mundo; além disso, a Santa Sé não poupou esforços para promover a paz na ilha durante as últimas atormentadas décadas. Em sintonia com tal atitude, a Santa Sé deseja reafirmar uma vez mais seu compromisso em dialogar construtivamente e cooperar com o Governo irlandês, diálogo e cooperação que naturalmente devem basear-se no respeito mútuo, de forma que todas as instituições, tanto públicas quanto privadas, religiosas ou civis, trabalhem juntas para assegurar que a Igreja, mais ainda, a sociedade em geral, seja sempre um lugar seguro para a infância e os jovens".

Os dez mandamentos


Oração inicial
Acolhida
A chave
Você conhece os Dez Mandamentos da Lei de Deus?

Os Dez Mandamentos
1º Amar a Deus sobre todas as coisas
2º Não tomar o seu Santo Nome em vão
3º Guardar domingos e festas de guarda
4º Honrar pai e mãe
5º Não matar
6º Não pecar contra a castidade
7º Não roubar
8º Não levantar falso testemunho
9º Não desejar a mulher do próximo
10º Não cobiçar as coisas alheias

Explicação
Se me amais, guardareis os meus mandamentos. João 14:15
Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama. João 14:21
Sabemos que O conhecemos se guardamos os Seus mandamentos. I João 2:3
Aquele que diz: Eu O conheço, e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso e nele não está a verdade. I João 2:4

Partindo do concreto
Dinâmica: Orientação
Objetivo: compreender que não há melhor guia e orientador que Deus.
Norte, sul, leste, oeste.
O orientador explica que cada parede da sala será um ponto cardeal (norte, sul, leste, oeste).
Então o joga consiste em fala um dos pontos e as crianças virarem para aquele lado. Quem for errando sai do jogo até sobrar só um.

Guardando
Os mandamentos me ajudam a viver esta vida bem mais feliz e a ter a possibilidade de uma vida eterna, sem dor, tristeza, separação ou choro. Quem ama faz regras e obedece a regras.

“ 40 anos do mês da Bíblia".


“Quando refletimos sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, não podemos deixar de pensar em São Paulo e na sua vida entregue à difusão do anúncio da salvação de Cristo a todos os povos”. Verbum Domini, n. 4

No ano de 1971, celebrava-se o cinqüentenário da arquidiocese de Belo Horizonte, Minas Gerais, e em vista da comemoração desse grande acontecimento, as irmãs paulinas apresentaram ao arcebispo, Dom João de Rezende Costa, a proposta de realizar um grande movimento bíblico durante o mês de setembro com a ajuda da Igreja local. A proposta foi aceita e os padres Antônio Gonçalves e Paulo Lopes de Faria formaram com as paulinas a equipe de coordenação do mês da Bíblia.

Os objetivos eram o de infundir no povo a convicção de que a Bíblia, Palavra de Deus, é por excelência o livro que deve ser inserido na vida de cada um; constituir um centro bíblico; estimular a formação e a continuidade dos círculos-bíblicos e das comunidades eclesiais de base; contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia nas Pastorais da Igreja; criar novas formas de apresentar a Bíblia nos diversos meios de comunicação; facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

A Exortação apostólica pós-sinodal, Verbum Domini, publicada no dia 30 de setembro de 2010, apresenta muitas luzes que motivam a continuar essa história com o mesmo entusiasmo e a fé do início. Este documento incentiva aos fiéis a dar um novo impulso ao conhecimento da Palavra de Deus e do ponto de vista pastoral, apresenta a Palavra de Deus na sua capacidade de dialogar com os problemas que o ser humano deve enfrentar na vida diária. A pastoral da Igreja deve ilustrar claramente como Deus ouve a necessidade do homem e o seu apelo. (Cf. n. 23).

Sobre a animação bíblica da pastoral, o Sínodo convidou a um esforço pastoral particular para que a Palavra de Deus apareça em lugar central na vida da Igreja, recomendando que “se incremente a ‘pastoral bíblica’, não em justaposição com outras formas da pastoral, mas como animação bíblica da pastoral inteira”(Cf. Verbum Domini, n.73).

Para se alcançar o objetivo desejado pelo Sínodo de conferir maior caráter bíblico a toda a pastoral da Igreja, é necessário que exista uma adequada formação dos cristãos. Nesse sentido, o mês da Bíblia constitui uma excelente oportunidade de contribuir para a formação do povo através do aprofundamento dos textos bíblicos, da Lectio divina, e das diversas formas de animação bíblica realizadas nas comunidades eclesiais durante todo o mês, por este motivo desejamos que a comemoração dos 40 anos do mês da Bíblia traga novo impulso às comunidades, motivando-as a continuar conhecendo, aprofundando e vivendo a Palavra de Deus. 

Para você refletir:

De que modo foi realizado o mês da Bíblia em sua comunidade nesses 40 anos? Que frutos trouxe?

O que você entende sobre a animação bíblica da pastoral e como ela pode tornar-se concreta?


Fonte: Paulinas

E quando não dá mais?!

Se você ficar atento, verá que existe uma força divina em você. Quando sentimos que não é possível continuar, é só recorrer a essa força de Deus em nós.

Quando isso acontecer, você terá a oportunidade de experimentar que a Palavra de Deus diz a verdade ao afirmar que na fraqueza somos fortes!

Mas, por favor, entenda que sem a experiência da fraqueza não dá para saber como é que funciona a força de Deus em nós! Coragem!

A Palavra de Deus na Vida - 03/09/2011

 Evangelho (Lucas 6,1-5)

Sábado, 3 de Setembro de 2011
São Gregório Magno

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

1Num sábado, Jesus estava passando através de plantações de trigo. Seus discípulos arrancavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. 2Então alguns fariseus disseram: “Por que fazeis o que não é permitido em dia de sábado?”
3Jesus respondeu-lhes: “Acaso vós não lestes o que Davi e seus companheiros fizeram, quando estavam sentindo fome? 4Davi entrou na casa de Deus, pegou dos pães oferecidos a Deus e os comeu, e ainda por cima os deu a seus companheiros. No entanto, só os sacerdotes podem comer desses pães”. 5E Jesus acrescentou: “O Filho do Homem é senhor também do sábado”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO
É muito fácil a gente ver o que as pessoas estão fazendo e, a partir da aparência dos seus atos e de princípios previamente estabelecidos, emitir os nossos juízos e opiniões. O Evangelho de hoje mostra para nós os erros que podemos incorrer com este tipo de comportamento. Podemos fazer com que Deus se torne o grande opressor da humanidade, porque é um grande ditador e está à espera para punir a todos os que lhe desobedecem e não um Pai amoroso e podemos também deixar de olhar a realidade das pessoas e as suas motivações, que podem modificar profundamente a nossa opinião a respeito delas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Inúbia Paulista vence a Gincana Vocacional da Região II


No domingo, dia 28 de agosto aconteceu a Gincana Vocacional da Região Pastoral II no Ginásio Municipal de Esportes em Parapuã.
O encontro contou com a participação de nove paróquias da Região Pastoral II, a saber: Nossa Senhora de Fátima de Adamantina, Sagrada Família de Lucélia, Imaculado Coração de Maria de Inúbia Paulista, São José de Osvaldo Cruz, Imaculada Conceição de Mariápolis, Nossa Senhora Aparecida de Rinópolis, Imaculada Conceição de Parapuã, São Judas Tadeu de Tupã e Sant`Ana de Herculândia.
Logo pela manhã foi notável o entusiasmo dos jovens com muita criatividade e animação. O Padre Márcio Roberto Rios Martins, assessor regional da Pastoral Vocacional, iniciou a gincana com uma oração inicial e em seguida muita animação para motivar os jovens. Logo após, deu-se início as provas muito bem conduzido pelo jovem Brunão de Maria. Tivemos cinco jurados sendo duas jovens da cidade de Junqueirópolis, uma jovem de Botucatu, participante da Jornada Mundial da Juventude em Madri–Espanha, um seminarista da Arquidiocese de Botucatu e um seminarista da diocese de Araçatuba.

No final da tarde foi grande a emoção de todos os jovens com o resultado final com a colocação das paróquias. A Paróquia Imaculado Coração de Maria de Inúbia Paulista foi a grande campeã da Gincana Vocacional 2011, em segundo lugar ficou a Paróquia Sant`Ana de Herculândia, e em terceiro lugar a Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Adamantina.
Também estavam presentes vários padres de nossa Região Pastoral II, religiosas e seminaristas.O Padre Márcio Rios agradece a todos os jovens que participaram e se empenharam na organização das paróquias.
Ficamos felizes com a participação das paróquias da Região II e agradecemos a todos os jovens que se uniram para que esta gincana tivesse tal animação, mostrando o rosto alegre de uma juventude que busca viver sua vocação de sal e luz da terra. Parabéns ao empenho de todas as paróquias participantes! O importante é que todos pudemos nos confraternizar, louvando a Deus por nossos jovens!
Que Deus os abençoe! Um fraterno abraço a todos!
Pe. Márcio Roberto Rios Martins

A Palavra de deus na Vida - 02/09/2011


Evangelho (Lucas 5,33-39)

Sexta-Feira, 2 de Setembro de 2011
22ª Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 33os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fari­seus, jejuam com freqüência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. 34Jesus, porém, lhes disse: “Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? 35Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”.
36Jesus contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha. 37Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. 38Vinho novo deve ser posto em odres novos. 39E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor”. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO
A maioria das novidades que nós encontramos no dia a dia não passa, na verdade, de mudanças superficiais em coisas que já existiam antes ou de uma continuidade de um processo evolutivo, de modo que muito pouco vemos de realmente novo. Por isso, temos muita dificuldade em ver a novidade do Evangelho, não percebemos que na verdade ele nos apresenta valores que não existiam antes e uma forma totalmente nova de nos relacionarmos com Deus e com as outras pessoas. Se não estivermos bem atentos e totalmente abertos para a novidade do Evangelho, corremos o risco de querer fazer com que ele seja remendo novo em pano velho, ou vinho novo em odres velhos, uma continuidade dos valores do homem velho, algo que não se insere na realidade nem a transforma.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mensagem de Bento XVI para o Encontro Mundial de oração pela paz


Mensagem de Bento XVI por ocasião do Encontro Mundial de Oração pela pazMônaco, Alemanha
Daqui a poucas semanas acontecerá o aniversário dos 25 anos do convite feito por João Paulo II aos representantes das diversas religiões do mundo que se encontravam em Assis para o encontro internacional de oração pela paz. Depois desse memorável evento, um ano depois, a comunidade de Santo Egidio realiza um encontro para a paz, de modo a chegar com mais profundidade ao espirito de paz e de reconciliação, a fim que Deus, na oração, nos transforme em homens de paz.

Estou feliz com o fato de que o encontro será realizado em Mônaco, a cidade da qual fui bispo, justamente na vigilia da minha viagem à Alemanha e em preparação à cerimonia pela memoria do 25º de aniversário do dia mundial de oração pela paz de Assis, que acontecerá no próximo mês de outubro. Com prazer asseguro aos organzadores e aos participantes do encontro de Mônaco, a minha proximidade espiritual e dirijo a eles de coração todos os meus votos a fim que o encontro seja abençoado.

O título do encontro pela paz é: "Conviver - o nosso destino", nos recorda que nós seres humanos somos ligados uns aos outros. Este viver juntos é, no fundo, uma simples predisposição, que deriva diretamente da nossa condição humana. É, portanto, nosso compromisso dar-lhe um conteúdo positivo. O viver juntos pode transformar-se em um viver uns contra os outros, pode tornar-se um inferno, se não aprendemos a acolher uns aos outros, se cada um não quer ser o outro que a si mesmo. Mas abrir-se aos outros, oferecer-se aos outros pode ser também um dom. Assim, tudo depende de interpretar a predisposição a viver juntos como compromisso e como dom, através do encontro da verdadeira via do conviver. Tal viver juntos, que um tempo podia permanecer confinado em uma região, hoje deve ser vivido em nível universal. O sujeito do conviver é hoje a humanidade inteira. Encontros como aquele que aconteceu em Assis, e aquele que acontece em Mônaco, representam ocasiões nas quais as religiões podem interrogar a si mesmas e questionarem-se como encontrar forças para conviver.

Quando nos reunimos entre cristãos, fazemos memoria do fato que pela fé bíblica, Deus é criador de todos os homens, sim, Deus deseja que nós formemos uma unica família, na qual todos somos irmãos e irmãs. Fazemos memória do fato que Cristo anunciou a paz aos que estavam longe e aos que estavam perto. Isto devemos aprender sempre de novo. O sentido fundamental de tais encontros é que nós devemos nos voltar aos próximos e aos distantes no mesmo espirito de paz que Cristo nos mostrou.Devemos aprender a viver não uns ao lado dos outros, mas un com os outros, isto é, devemos aprender a abrir o coração aos outros, a permitir que as nossas semelhanças façam parte das nossas alegrias, esperanças e preocupações. O coração é o lugar no qual o Senhor se faz próximo. Por isto, a religião, que é centrada sobre o encontro do homem com o mistério divino, está ligada em maneira essencial com a questão da paz. Se a religião compromete o encontro com Deus, o reduz em si, ao invés de elevar-nos em direção à Ele, se nos faz em um certo sentido tomar Deus como uma propriedade nossa, entao em tal modo, pode causar a dissolução da paz. Se esta, ao contrário, conduz ao divino, ao Criador e redenor de todos os homens, entao torna-se uma força de paz. Sabemos que também no cristianismo existem tantas distorções práticas da imagem de Deus, que levam à destruição da paz. Cada vez mais todos nós somos chamados a deixar que o Deus divino nos purifique, para tornar homens de paz.

Não devemos mais deixar de lado os nossos esforços comuns pela paz. Para isto, as múltiplas iniciativas em todo o mundo, como o encontro anual de oração pela paz da Comunudade Santo Egidio e outras inciativas semelhantes, têm um grande valor. O campo no qual deve prosperar o fruto da paz deve sempre ser cultivado. Frequentemente, não podemos fazer outra coisa senão preparar incessantemente e com tantos passos pequenos o terreno para a paz em nós e ao redor de nós, tambem pensando nos grandes desafios que devemos enfrentar não com uma unica pessoa, mas toda a humanidade, questões referentes às migrações, a globalização, as crises economicas e a salvaguarda da criação.

Em conclusão, nós sabemos, entretanto, que a paz não precisa simplesmente ser "feita", mas que também é "doada". " A paz é um dom de Deus e ao mesmo tempo, um progeto a realizar-se, nunca totalmente cumprido" (Mensagem para a Jornada Mundial pela paz 2011, 15). Exatamente por isto, é necessário o testemunho comum de todos aqueles que buscam a Deus com coração puro, para realizar-se sempre mais a visão de uma convivência pacífica entre todos os homens.

Desde o primeiro encontro em Assis, há 25 anos, existiram e existem muitas iniciativas para a reconciliação e a paz, que preenchem toda esperança, infelizmente, entretanto, existem muitas ocasiões perdidas, muitos passos dados para trás. Terríveis atos de violência e terrorismo sufocaram repetidamente a esperança da convivência pacífica da familia humana nos inicios do terceiro milenio, velhos conflitos sugem sob as cinzas ou eclodem novamente, e a esses se agregam novos conflitos e novos problemas. Tudo isto nos mostra claramente que a paz é um mandado permanente à nós confiado e contemporaneamente, um dom a ser invocado. Neste sentido, possam o encontro pela paz de Mônaco e os colóquios, que serão ali apresentados, contribuir para promover a recíproca compreenssão e o conviver, preparando assim à paz, uma via sempre nova no nosso tempo. Para isto, invoco sobre todos os participantes do encontro para a paz deste ano, em Mônaco, a benção de Deus onipotente. 

De Castel Gandolfo, 1 setembro de 2011


Bento XVI pede orações pelos educadores e cristãos na Ásia


O Papa Bento XVI pede para que, neste mês de setembro, todos os católicos rezem, de modo especial, "por todos os professores, para que saibam transmitir o amor à verdade e educar segundo valores morais e espirituais autênticos".

Num recente encontro com professores universitários, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, Bento XVI pediu a eles que não percam o encanto pela verdade e não se esqueçam que o ensino não é simples transmissão de conteúdo, mas formação de jovens, a quem devem compreender e amar e ser para eles estímulo e fortaleza.

Cristãos na Ásia 
E na intenção missionária, o Santo Padre pede "para que as comunidades cristãs espalhadas no continente asiático proclamem o Evangelho com fervor, testemunhando a beleza com a alegria da fé".

“Na Ásia, os cristãos são minoria e as comunidades são muitas vezes dispersas, são pequenas e numericamente insignificantes se comparadas com a grande maioria de budistas, no caso do Camboja”, conta padre Alberto Caccaro, missionário por 10 anos no Camboja.

O padre missionário salienta que jamais considerou essas estatísticas um problema e que sua experiência no país asiático lhe mostrou que, mais que números, é preciso pessoas com fé.

“Existem muitas comunidades dispersas, comunidades de minorias, mas isso não quer dizer que são comunidades fracas, de fato, a fé não precisa de números, a fé precisa de corações crentes e, portanto, de pessoas que buscam constantemente o Senhor”, destaca o sacerdote.

Fonte: Canção Nova Noticias

A Palavra de Deus na Vida - 01/09/2011


Evangelho (Lucas 5,1-11)

Quinta-Feira, 1 de Setembro de 2011
22ª Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 
8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

COMENTÁRIO
Um dos elementos mais importantes do cristianismo é a vida comunitária. Para quem é cristão, não existe lugar para o individualismo. Jesus nos mostra isso quando não realiza sozinho a sua missão, mas chama os apóstolos para participarem ativamente dela. Para o apostolado, Jesus não chama os melhores do ponto de vista da economia, da sociedade ou mesmo os mais santos; Jesus chama a todos, sem fazer qualquer tipo de distinção entre as pessoas. Assim, nos mostra que na atuação pastoral, devemos nos preocupar não simplesmente em fazer o trabalho, mas sim em envolver todas as pessoas, para que a atuação pastoral seja comunitária e revele este importante valor do Evangelho.